EU QUERO PAPAI NOEL ,EU TO SENDO BOAZINHA ESSE ANO ,EU QUERO TRAZ PRA MIM.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
MAIS SUPER LANÇAMENTOS DA MATTEL PARA FÉRIAS DE JULHO DA TURMA
EU QUERO PAPAI NOEL ,EU TO SENDO BOAZINHA ESSE ANO ,EU QUERO TRAZ PRA MIM.
terça-feira, 20 de julho de 2010
AMANHÃ A ANA PAULA PADRÃO VAI ESTAR NO ENTREVISTA RECORD :BASTIDORES DA NOTÍCIA NA RECORD NEWS


A ANA VAI FALAR DE UM ANO DE CASA(RECORD),COMO ELA DECIDIU VOLTAR PRA BANCADA LOGO NA EMISSORA DOS BIPOS E TAMBÉM EU SOUBE PELO twitter @anapaulapadrao QUE ELA FOI ENTREVISTADA PELO RODRIGO RODRIGUES DO VITRINE DA TV CULTURA.
ELA TÁ FELIZ LÁ NA REDE RECORD NÉH ISSO É QUE IMPORTA.QUERIA QUE A ANA E O BRUNO FIZESSEM UM DOCUMENTÁRIO SOBRE ARTE E LOUCURA(ESQUIZOFRENIA,TARSO,VAN GOGH) ,JÁ EXISTE DOCUMENTÁRIO ASSIM.
NÃO PORQUE SOU FÃ DA ANA NÃO,MAIS OS FILMES DA AGÊNCIA TOUAREG CONTEÚDO SÃO ÓTIMOS ,TUDO DE BOM.
QUERIA VER O PONTO DE VISTA DOS DOIS,APOSTO QUE IA TER COISA BOA.JÁ PENSOU A PARCERIA ANA PAULA PADRÃO by TOUAREG CONTEÚDO & BRUNO GAGLIASSO,SEM CONTA QUE OS DOIS SÃO APAIXONADOS POR CINEMA.SHOW!!!!
domingo, 18 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
@bgagliasso TÁ SEGUINDO A @anapaulapadrao NO twitter
PRA MIM É MELHOR NOTÍCIA DE TODOS OS TEMPOS,EU AMO OS DOIS.NÃO SÓ POR SEREM PESSOAS CONHECIDAS,ELES ENTRAM NA MINHA SALA COM AQUELES SORRISOS LINDO,AQUELE BRILHO NO OLHAR.ATÉ MESMO A ANA TENDO QUE APRESENTA TANTA COISA RUIM NO TELEJORNAL AINDA MOSTRA UM LINDO SORRISO NO ROSTO.
OS DOIS PASSAM UMA ENERGIA TÃO BOA,SÃO APAIXONANTES NAS SUAS VIDAS PESSOAIS E CARREIRAS :)
sábado, 10 de julho de 2010
ENTREVISTA INÉDITA DE BRUNO GAGLIASSO PARA O JORNAL" O Dia" NA PÁGINA "Diversão & Tv"

Gagliasso: ‘Sou um ciumento elegante’
POR REGINA RITO
Rio - Berillo, o italiano canalha de ‘Passione’, não tem nada a ver com seu intérprete, Bruno Gagliasso. O ator, que começou a carreira aos 7 anos (‘Barriga de Aluguel’), tem um vasto currículo na telinha. Na Globo desde 1999 (ele teve uma rápida passagem pelo SBT, onde fez ‘Chiquititas’), sempre surpreendeu nas novelas com personagens diferenciados como o conturbado Inácio de ‘Celebridade’; o gay Júnior, de ‘América’; o caipira Ricardo, de ‘Sinhá Moça’; e o Tarso, de ‘Caminho das Índias’. Na vida afetiva, está em seu segundo casamento — o primeiro foi com Camila Rodrigues, de agosto de 2006 a março de 2008 — com a também atriz Giovanna Ewbank, desde março do ano passado.
Como define o Berillo?
“Um canalha carismático e ponto.”
Ele largou a mulher e o filho na Itália e veio para o Brasil, onde se casou e teve outro filho. Conseguiria viver situação semelhante?
“Tenho um histórico de construir personagens muito diferentes de mim. Nunca fui rejeitado pela minha mãe como o Inácio, de ‘Celebridade’. Nunca tive desejo homossexual como o Júnior, de ‘América’. Sou cosmopolita diferentemente do Ricardo, que era matuto em ‘Sinhá Moça’. E, pelo que estudei, não sou esquizofrênico (como o Tarso, de ‘Caminho das Índias’). O Berillo dá sequência a essa trajetória, novamente me obrigando a construir um ser humano completamente diferente de mim.”
Considera Berillo infantil?
“De todos os que fiz, ele é o mais infantil, mesmo o Ivan, de ‘Paraíso Tropical’, fazia armações muito mais inteligentes e perigosas do que as dele.”
Qual a saída que daria para o Berillo?
“Nenhuma tão genial quanto a que o Silvio (de Abreu, o autor) será capaz de criar. Ele é genialmente imprevisível e, nesse caso, prefiro me deliciar com a expectativa.”
Tem algo em comum com o personagem?
“A rapidez de raciocínio — que é uma grande virtude quando é bem usada, mas que não é o caso do Berillo.”
Qual a reação das pessoas na rua com relação ao Berillo?
“O que mais escuto é: ‘ô, italianinho safado’. O carisma que ele tem, principalmente com as senhoras, é incrível. Sinto que as pessoas se divertem. Olham para mim e dão risadas. Isso é maravilhoso.”
Com quais atores está gostando de trabalhar?
“Irene Ravache. Sou completamente apaixonado por ela. E também pelas minhas parceiras de cena Leandra Leal e Gabriela Duarte. Elas são fundamentais para a construção do Berillo e o direcionamento que estou dando ao personagem.”
Acredita em amor eterno?
“Conheço casos, mas sei que são raros. O bacana é que eles existem. Torço muito para que isso aconteça comigo.”
É romântico?
“Sou. Sem pieguice. Porque acho muito batido esse negócio de mandar flores. Para mim, ser romântico é fazer algo inesperado.”
Ciumento?
“Sou um ciumento elegante, aquele que sabe como falar, como demonstrar. É um ciúme de quem cuida.”
Perdoaria uma traição?
“Depende da traição e das circunstâncias. A alma humana é complexa. Tenho grande admiração pelo ato de perdoar.”
Como lida com as críticas feitas ao seu trabalho?
“Muitíssimo bem. Sejam elas positivas ou negativas, é sempre um referencial. Isso fica mais verdadeiro para mim e a cada trabalho me torno um ator cada vez mais técnico, que precisa do diálogo. Respeito muito qualquer tipo de crítica”.
E com o cerco dos paparazzi nas ruas?
“O convívio com eles é decorrência direta de ser um ator reconhecido. Se esse é o preço, eu tiro de letra. O prazer de atuar compensa.”
O que você e Giovanna curtem fazer quando estão de folga?
“Ultimamente temos ido compulsivamente ao teatro. Nada melhor do que, depois de uma boa peça, um bom jantar, voltar pra casa e curtir nossos cães. Claro, sem esquecer de namorar, lógico!”
Dão palpite no trabalho um do outro?
“Temos a mesma profissão, a mesma paixão, e é inevitável que o trabalho invada as nossas conversas, já que só enriquece o nosso relacionamento.”
Depois da novela tem algum projeto em vista no cinema ou no teatro?
“Sim. Tenho um projeto no cinema que me agrada muito, mas, como é comum nesses casos, ainda é preciso guardar segredo. Quanto ao teatro, o projeto é assistir a todos os bons espetáculos em cartaz. Aguardo com expectativa a estreia de ‘A Loba de Ray-Ban’, no Rio, da minha eterna mãe, Christiane Torloni.”
Você, que é flamenguista doente, o que achou da história envolvendo o goleiro Bruno?
“Lamentável. Nessas horas, a gente não pode pensar em ser Flamengo ou flamenguista. Tem que pensar no ser humano.”
POR REGINA RITO
Rio - Berillo, o italiano canalha de ‘Passione’, não tem nada a ver com seu intérprete, Bruno Gagliasso. O ator, que começou a carreira aos 7 anos (‘Barriga de Aluguel’), tem um vasto currículo na telinha. Na Globo desde 1999 (ele teve uma rápida passagem pelo SBT, onde fez ‘Chiquititas’), sempre surpreendeu nas novelas com personagens diferenciados como o conturbado Inácio de ‘Celebridade’; o gay Júnior, de ‘América’; o caipira Ricardo, de ‘Sinhá Moça’; e o Tarso, de ‘Caminho das Índias’. Na vida afetiva, está em seu segundo casamento — o primeiro foi com Camila Rodrigues, de agosto de 2006 a março de 2008 — com a também atriz Giovanna Ewbank, desde março do ano passado.
Como define o Berillo?
“Um canalha carismático e ponto.”
Ele largou a mulher e o filho na Itália e veio para o Brasil, onde se casou e teve outro filho. Conseguiria viver situação semelhante?
“Tenho um histórico de construir personagens muito diferentes de mim. Nunca fui rejeitado pela minha mãe como o Inácio, de ‘Celebridade’. Nunca tive desejo homossexual como o Júnior, de ‘América’. Sou cosmopolita diferentemente do Ricardo, que era matuto em ‘Sinhá Moça’. E, pelo que estudei, não sou esquizofrênico (como o Tarso, de ‘Caminho das Índias’). O Berillo dá sequência a essa trajetória, novamente me obrigando a construir um ser humano completamente diferente de mim.”
Considera Berillo infantil?
“De todos os que fiz, ele é o mais infantil, mesmo o Ivan, de ‘Paraíso Tropical’, fazia armações muito mais inteligentes e perigosas do que as dele.”
Qual a saída que daria para o Berillo?
“Nenhuma tão genial quanto a que o Silvio (de Abreu, o autor) será capaz de criar. Ele é genialmente imprevisível e, nesse caso, prefiro me deliciar com a expectativa.”
Tem algo em comum com o personagem?
“A rapidez de raciocínio — que é uma grande virtude quando é bem usada, mas que não é o caso do Berillo.”
Qual a reação das pessoas na rua com relação ao Berillo?
“O que mais escuto é: ‘ô, italianinho safado’. O carisma que ele tem, principalmente com as senhoras, é incrível. Sinto que as pessoas se divertem. Olham para mim e dão risadas. Isso é maravilhoso.”
Com quais atores está gostando de trabalhar?
“Irene Ravache. Sou completamente apaixonado por ela. E também pelas minhas parceiras de cena Leandra Leal e Gabriela Duarte. Elas são fundamentais para a construção do Berillo e o direcionamento que estou dando ao personagem.”
Acredita em amor eterno?
“Conheço casos, mas sei que são raros. O bacana é que eles existem. Torço muito para que isso aconteça comigo.”
É romântico?
“Sou. Sem pieguice. Porque acho muito batido esse negócio de mandar flores. Para mim, ser romântico é fazer algo inesperado.”
Ciumento?
“Sou um ciumento elegante, aquele que sabe como falar, como demonstrar. É um ciúme de quem cuida.”
Perdoaria uma traição?
“Depende da traição e das circunstâncias. A alma humana é complexa. Tenho grande admiração pelo ato de perdoar.”
Como lida com as críticas feitas ao seu trabalho?
“Muitíssimo bem. Sejam elas positivas ou negativas, é sempre um referencial. Isso fica mais verdadeiro para mim e a cada trabalho me torno um ator cada vez mais técnico, que precisa do diálogo. Respeito muito qualquer tipo de crítica”.
E com o cerco dos paparazzi nas ruas?
“O convívio com eles é decorrência direta de ser um ator reconhecido. Se esse é o preço, eu tiro de letra. O prazer de atuar compensa.”
O que você e Giovanna curtem fazer quando estão de folga?
“Ultimamente temos ido compulsivamente ao teatro. Nada melhor do que, depois de uma boa peça, um bom jantar, voltar pra casa e curtir nossos cães. Claro, sem esquecer de namorar, lógico!”
Dão palpite no trabalho um do outro?
“Temos a mesma profissão, a mesma paixão, e é inevitável que o trabalho invada as nossas conversas, já que só enriquece o nosso relacionamento.”
Depois da novela tem algum projeto em vista no cinema ou no teatro?
“Sim. Tenho um projeto no cinema que me agrada muito, mas, como é comum nesses casos, ainda é preciso guardar segredo. Quanto ao teatro, o projeto é assistir a todos os bons espetáculos em cartaz. Aguardo com expectativa a estreia de ‘A Loba de Ray-Ban’, no Rio, da minha eterna mãe, Christiane Torloni.”
Você, que é flamenguista doente, o que achou da história envolvendo o goleiro Bruno?
“Lamentável. Nessas horas, a gente não pode pensar em ser Flamengo ou flamenguista. Tem que pensar no ser humano.”
terça-feira, 6 de julho de 2010
SAIU NO JORNAL EXTRA QUE PERSONAGEM DE BRUNO GAGLIASSO TEM OVERDOSE DE VIAGRA,OH DÓ DO BERILO

Passione: Jéssica dá alta dose de viagra para Berilo
Jéssica (Gabriela Duarte) vai dar uma grande quantidade de viagra a Berilo (Bruno Gagliasso), em "Passione". Insatisfeita com o desempenho do italiano, a patricinha vai pegar as pílulas do pai, amassá-las e misturar no leite do marido. Mas o resultado que ela esperava não acontece. Na verdade, Berilo passa muito mal: "Ai, Dido, Dio, me sinto male. É o meu coraçon, sta disparando", diz o italiano, que ao sair da cama para ir ao banheiro, acaba desmaiando.
Jéssica se desespera. Berilo é levado às pressas ao hospital, onde recebe uma lavagem estomacal. Olavo (Francisco Cuoco) repreende a filha, que aos prantos, diz: "Eu tô tão arrependida, mas eu fiz por amor. Será que ele vai me perdoar? Não posso perder Berilo".
Em casa, o italiano coloca a mulher de castigo: ainda convalescendo da superdose de viagra, ele avisa que só fará sexo uma vez por semana. Jéssica dá um grito de horror com a decisão do marido.
http://extra.globo.com/lazer/sessaoextra/posts/2010/07/06/passione-jessica-da-alta-dose-de-viagra-para-berilo-305815.asp
Jéssica (Gabriela Duarte) vai dar uma grande quantidade de viagra a Berilo (Bruno Gagliasso), em "Passione". Insatisfeita com o desempenho do italiano, a patricinha vai pegar as pílulas do pai, amassá-las e misturar no leite do marido. Mas o resultado que ela esperava não acontece. Na verdade, Berilo passa muito mal: "Ai, Dido, Dio, me sinto male. É o meu coraçon, sta disparando", diz o italiano, que ao sair da cama para ir ao banheiro, acaba desmaiando.
Jéssica se desespera. Berilo é levado às pressas ao hospital, onde recebe uma lavagem estomacal. Olavo (Francisco Cuoco) repreende a filha, que aos prantos, diz: "Eu tô tão arrependida, mas eu fiz por amor. Será que ele vai me perdoar? Não posso perder Berilo".
Em casa, o italiano coloca a mulher de castigo: ainda convalescendo da superdose de viagra, ele avisa que só fará sexo uma vez por semana. Jéssica dá um grito de horror com a decisão do marido.
http://extra.globo.com/lazer/sessaoextra/posts/2010/07/06/passione-jessica-da-alta-dose-de-viagra-para-berilo-305815.asp
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